segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Haja Alegria, Foguetes e luzes de natal

É bom saber para onde vai o meu subsídio de natal. É bom saber que ajudo a contribuir para que os madeirenses tenham luzes de natal e fogo-de-artificio no valor de 3 milhões. (notícia aqui)

Não quero que vos falte nada, sim?

Querido Alberto João, e um foguete pelo cu acima não queres?

19 comentários:

estrela disse...

a sério?
vou ver essa noticia....
:(

Vita C disse...

pois, mas já se esperava -.- alguma vez alguem trava aquele energúmeno?
(3 milhões dão para vários foguetes pelo cu acima, nariz, ouvidos, enfim, todos os buraquinhos do senhor)

Karochinha disse...

Um foguete???? Não seria melhor oferecer-lhe um foguetão com um bilhete só de ida em direcção à Lua?
Que absurdo, que ridiculo, onde é que está a dita crise, onde?...É só o que tenho a escrever!
Beijocas nossas muito indignadas!

Catarina Reis disse...

Pois mas a Madeira vive do Turismo e o show must go one. Beijos

Andreia disse...

basicamente, ele está a gozar com o "continente". "Descobriram-me o buraco? Pois bem, agora faço questão que saibam onde gasto o vosso dinheiro!"
enfim...

Poison disse...

Por mim ele podia enfiar mesmo os 3M€ de foguetes pelo dito cujo!!!

Aflito disse...

Olha os açorianos todos picados de niinguém ligar merda nenhuma às ilhas deles! :|

Gasper disse...

Aflito, certamente que é esta a razão da minha indignação.

patrícia disse...

Estamos em crise? Não há dinheiro para nada e há pessoas a passarem fome?
Who cares?
O que importa é que haja festa, haja quem pague ! -.-

Susi disse...

Também fiquei bem irritada com essa notícia. Esse homem já devia ter saído de lá para fora há muito tempo.

Mim disse...

Ainda há pouco falava com o rapaz da caixa do Pingo Doce, sobre o consumismo e o que nos levava a fazer uma lista de compras e sair do supermercado com o dobro daquilo que metemos na lista.
Isso é só até haver dinheiro. Quando não houver, passamos do bife do lombo à posta de bacalhau demolhado, comprado na mercearia da esquina, com que a minha mãe viúva criou dois filhos menores.
Um dia a Madeira vai ficar às escuras. Os turistas até vão achar piada ao modo de vida mais natural e os Açores até podem vir a lucrar com o negócio, vendendo óleo de baleia para as lamparinas dos madeirenses ahahah.
Não há quem meta este gajo na ordem... só mesmo quando a desgraça já for tão grande que se torne impossível escondê-la.
Nós brincamos, mas eu começo a ter medo do que aí vem. Começo a ouvir demasiada gente importante a dizer o que eu digo há uns meses largos.
Só com guerra na Europa é que isto se vai resolver.

Gasper disse...

Mim, eu estou bastante assustada, porque ouço muita gente a falar na crise mas pouca gente a mudar o seu estilo de vida.

Tudo bem que a Madeira vive no turismo, e a passagem de ano na Madeira é muito espectacular (que acredito que seja) mas acho, acho que é possível lançar fogo-de-artificio por menos de 3Milhões.

Parece-me que vamos todos estoirar com esta merda.

Estudante disse...

Opá, então tu queres gastar mais um foguete para lhe pores pelo cu acima? Assim, fica mais caro x)

Paula disse...

Acabei de ver há pouco... É uma vergonha.
:S

Bloguótico disse...

E como se não bastasse, há mais ainda:

http://cronicadumbloguotico.blogspot.com/2011/10/explicacao.html

:p

Pretty in Pink disse...

Fiquei completamente chocada quando soube....Eu não me importo minimamente de ter de pagar para que o país se levante, mas irrita-me quando só alguns é que pagam, e normalmente os mais pobres.

Beijinho*

Gasper disse...

Pois é mesmo isso. Uma coisa é pensarmos que estamos a fazer sacrifícios para sair da maldita crise, outra coisa é apertar o cinto para pagar foguetes.

Soraia disse...

Vi isto ontem de manhãzinha e pensei o mesmo mas em relação ao subsidio da minha mãe.
Se eu vivesse na Madeira também votava nele, todos se lixam menos os madeirenses vistos que o homem pensa que vive num país a parte do nosso excepto quando quer dinheiro.

faa disse...

Eles nunca vão mudar.
Por mim, dava-lhes a independência. Só temos a perder com eles.